Thursday, September 30, 2004


ARTE Posted by Hello


Grande concerto ..... só faltava Chad Hugo! Posted by Hello

TURNTABLIZM

Turntablism: é muito mais que aqule tipo que brinca com os vinis para a frente e para trás... turntablist é um artista.

Não pensem que os grandes turntablists apreenderam o que sabem hoje (skills) em uma tarde frente aos pratos, aprenderam, treinaram e re-treinaram todas as técnicas (scratches) milhões de vezes até consguirem fazer melhor que o seu vizinho... ficaram fechados muitos meses na sua cave com os giradiscos (turntables ou turns) ligados á procura daquela batida de fundo (break - solo da bateria ) ou á procura daquela voz simples que dará um majestoso scratch (sample voice ou acappella)... partiram e estragaram milhoes de agulhas, riscaram a colecção de vinis do pai do melhor amigo até atingiram um grau de perfeição para tentarem a liga dos campeôes (DMC - campeonatos de turntablism), muitos não se restringem apenas a tocar as suas rotinas (rotines- line up da sua performance), uns tornam-se produtores , outros MCs, outros formam grupos, labels, mas todos tem uma coisa em comum o amor pela aquela arte.

Seja no formato old-skool (vinil) ou new-skool (cds) os turntablists chegaram a muito tempo quando um senhor conhecido entre nós decidiu fazer o disco andar para a frente e para trás pois a sua mãe tava a ralhar com ele pelo volume da música, não se sabe ao certo quem inventou o scratch, mas isso também não interessa... interessa sim que ele veio para ficar!



bem com tantas explicações pelo meio os que nada percebiam desta arte podem agora até dar uns toques, e saber ao que se refere cada termo quando o ouvirem, claro uq há muito mais...


Qualquer dia explico o que é um: "triple click european flare to reversed crab"!




P.S.: como eu gostava de saber fazer esse scracth, embora turntablism para mim seja mais um hobby e não pretenda ser professional é algo muito motivador, desafiante, interessante, e acima de tudo muito complexo!

Recordações de Verão (parte I de V)

Recordações de Verão, orgias á parte, bebedeiras á parte, noitadas á parte nas discotecas, e horas de sono interminaveis á parte, sobranos a magia da música, então as recordações musicais deste vreão vão ser analisadas nos próximos posts, enter muitas coisas concertos, diggin', produções, cds e vinis.... e mais ainda.


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Depois de um excelente concerto dos N*E*R*D, no festival Super Bock todos os presentes concerteza procuraram pelo último registo discografico desta banda: “Fly Or Die”, demonstrou mais uma vez grandes cartadas vindas de Pharrell, Chad e Shae. Bem uma coisa de cada vez...

O Concerto:

A passagem deste duo (sim, pois Chad Hugo não pode estar presente), foi muito esperada. A banda é muito apreciada na europa e já conta muitos fâs em solo nacional.
O concerto foi frenético e quase que psicadélico. Pharrel e Shae apenas deixavam o público descansar em duas ou três ocasiões como nos temas mais calmos.
Os temas mais “lendários” ( lendários é sinónimo de conhecidos e do primeiro trabalho dos N*E*R*D) da banda foram todos revistos ,“Providers”, “Rock Star”, “She Wants To Move”, “Maybe”, algumas jams de brincadeira muito boa disposição e
energia inesgotavél, que rendeu uns temas extras à plateia.
Na recta final“Jump” fez saltar as pessoas que se tinham deslocado no dia 10 de Junho (dia de Portugal) ao recinto do 10º Aniversário do Festival Super Bock SuperRock.
Destaque ainda para uma versão modificada de“Beautiful” sem Snoop
obviamente, mas divertida de qualquer maneira.
Grande Concerto! O melhor desse dia do festival.


O Albúm de 2004:

“Fly Or Die” foi mais uma agradavél supresa deste colectivo, os singles já estão a passar e com boa resposta (especialmente na Europa).
O disco é mais uma fornalha de estilos bem misturados num Hip-Hop frenético, por vezes mais ao estilo de balada, directamente da fabrica de Hits dos Neptunes ( colectivo de produtores: Rob Walker, Chad e Pharrell).
O disco tem 11 temas espalhando a festa e a mensagem pelos seus ouvintes.
Se o tema “She Wants to Move” dispensa apresentações, aparecem outros que são dignos de umas palavrinhas: “Breakout” é provavelmente um dos temas mais sentidos do albúm, fala da forma de como a juventude de hoje e tratada. “Maybe”, o segundo single, é uma “balada” com honras de guitarra do senhor Lenny Kravitz e ?uestlove na bateria. Genial! “The Way She Dances”, “Chariot Of Fire” e Backseat Love” entre outros, demonstram mais uma vez a genialidade e originalidade destes três americanos do hip-hop.
Mais um excelente album a candidato do ano, embora fique um pouco atrás das críticas que recebeu o anterior registo.


(artigo já antigo, de meados de junho do ano de 2004)
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P.s.: Estas recordações saltam do recinto do festival super bock, para o meu estúdio caseiro, no próximo post logo descobrirão.

Monday, September 27, 2004


original pirate material..... Posted by Hello

!THE STREETS!

Os Streets têm mesmo esse som das ruas passadas pelo crivo de uma cave suburbana. É noite, o dia foi longo e chato como o caraças e os telejornais só falaram em desgraças e mostraram gente com gravatas. As imitações de Moleskine enchem-se de versos escritos com Bic’s gastas e o tom anárquico de quem insiste em não abandonar a juventude faz o resto.

ESTILO? Não uso camisolas Fubu nem os ténis da moda. Odeio bonés e chapéus e aquelas calças que deixam o rabo à mostra não me interessam minimamente. Mas é um facto que não consigo largar “Original Pirate Material” de há uns dias para cá. Talvez seja pela voz das ruas. Talvez seja apenas pela incrível magnanimidade com que Mike Skinner insere as suas samples repetitivas e inapagáveis. Na verdade, são muitas coisas. A maior delas e que mais me aproxima é que este som das ruas, aparentemente tão parecido com tantos outros, toca de maneira diferente, porque é diferente. A ironia e o sarcasmo são para os que jogam com a vida e dependem dela ao mesmo tempo.
Não estamos aqui a atirar com morais de forma pedante e pretensiosa. Falamos com música, de música e do que se passa à nossa volta. Há por todo o lado os hambúrgueres, as miúdas, os amigos, os bares e pubs e clubes nocturnos para se ir beber uma cerveja que não seja light. Há as referências ao que nos toca cá dentro. Até várias perguntas.
Há a insubordinação. Mas é uma insubordinação com bom gosto, muito groove e algum funk.

ESTENDER A MÃO Se acha que nas ruas nunca se está bem e o perigo espreita por todo o lado, pense de novo, arrisque um passo fora de casa e estenda a mão. Afinal, um pouco menos de preconceito e um pouco mais de abertura nunca fizeram mal a ninguém.


Texto de: Ricardo Jorge Tomé, do site da RTP.



Acrescentando um pouco ao que este senhor acima tão bem planificou, The Streets não é no meu ver algo cuidado até ao mais pequeno detalhe e promenor, e algo "raw", cru, que nasce da mente e das vivências de algém deste mundo, que vive sob a sua inflência tal como todos nós...
É a tentanva (mais bem ou mal conseguida, isso depende da apreciação de cada índividuo) de transmitir tudo isso em música, e pouco importa definir The Streets pou Mike Skinner, como Hip Hop, Garage, Trip Hop, Rock ou qualquer estilo que seja, pois não é assim que vamos entender o que rodeia os dois albúns, a critica ao segundo fica pa muito breve!


Peace people!

Sunday, September 26, 2004


Velharias... huffa! Posted by Hello

Feira De Algés - Diggin'

A feira de hoje não rendeu muito em termos de tesouros escondidos, mas sempre deu para esticar as pernas e fazer um pouco de diggin', as caixas começam a ser repetitivas feira após feira, parece que nã vem nada novo, os feirantes prometem novos 400 discos que vão buscar para a semana a casa dum cliente qualquer, mas promessas desssas são aos milhões....
deu para arranjar um Pianorama a 50 cents, (em bom estado de vinil e mais ou menos de capa) já que eu anida não o tinha, embora tivesse farto de o ouvir em casa de outros diggers - um disco que na opinião de muitos é vital numa colection (talvez..), uns samplezitos interessantes para os meus instrumentais... alguns 45 de funk, outros de portuguesa. Alguns discos que nada valeram, algumas bandas sonoras de flilmes interessantes por pouco dinheiro... mas nada de extraordinario... fica pa semana ou assim...


Peace!

Saturday, September 25, 2004


9- (ver legenda do post), correção do número da imagem anterior, esta é que corresponde á nona legenda do post. O Moog Modular em versão sofware!!! Posted by Hello


9- (ver legenda do post) Posted by Hello


8- (ver legenda do post) Posted by Hello


7- (ver legenda do post) Posted by Hello


6- (ver legenda do post) Posted by Hello


5- (ver legenda do post) Posted by Hello


4- (ver legenda do post) Posted by Hello


3- (ver legenda do post) Posted by Hello


2- (ver legenda do post) Posted by Hello


(ver legenda do post) Posted by Hello

Sintetizador, Bob Moog, Passado, presente e Futuro!

Na realidade o sintetizador foi criado em 1955 pela RCA (Radio Corporation of America). Apesar de ter ganho o Prémio Nobel nesse ano, este sintetizador era um instrumento que somente podia ser operado por técnicos.
Engenheiros especializados precisavam de horas para criar algum som útil.

Conhecido como RCA MkII, tinha mais de 2 metros de altura e 5 metros de comprimento. Custava U$ 175.000,00.
Os poucos músicos capazes de operá-lo eram obrigados a revezar-se em turnos e fazer uma reserva no estúdio da Universidade de Columbia/Princeton em Nova York.


Robert Moog, por ser músico (teve aulas de piano por 12 anos), além de engenheiro e físico, teve um approach diferente, desenvolvendo um instrumento mais acessível e orientado para músicos, e não para técnicos. Foi com a sua invenção que o sintetizador começou a se popularizar. Por esse motivo ele é considerado o "Pai do Sintetizador".
Em 1962, Robert Moog apresentou o seu sintetizador. Seu primeiro comprador foi Alwin Nikolais, um famoso coreógrafo. Seu segundo foi Eric Siday, um compositor de comerciais (jingles). Havia dinheiro o bastante para manter-se no negócio, mas não existiam muitos compradores, de fato só se ouvia sons de sintetizador em jingles. Moog procurou encontrar-se com o maior numero de músicos que podia para divulgar o sintetizador. Dentre eles conheceu Wendy Carlos, que com o álbum "Switched-On Bach" divulgou o instrumento para o mundo. Carlos chegou a colaborar com Robert Moog no aperfeiçoamento do instrumento.
Após algum tempo, Bob Moog deixou de trabalhar na empresa que tinha o seu nome (Moog Music). Fundou a "Big Briar", onde passou produziu dispositivos para seus antigos instrumentos e theremins (theremin é um instrumento musical eletrônico que é executado movendo-se as mãos perto de uma antena - muito usado em filmes de ficção científica e horror).
Nesta época, talvez por ser um cientista, e não um negociador, vendeu os direitos do seu nome e criação, ironicamente perdendo o direito de usar seu próprio nome.
No final dos anos 90 voltou à ribalta, em comemoração dos 30 anos do sintetizador Moog, juntamente com o músico Keith Emerson.

Bob Moog foi um génio que alterou a música dos tempos que se lhe seguiram até aos tempos modernos, onde ajudou na criação dos Moogs em Software, como o Modular, os músicos de hoje muito devem a Moog e ao sintetizador.


Aqui ficam alguns dos instrumentos musicais desenvolvidos pela Moog Music Inc:

(as imagens correspondem ás pictures posted acima do artigo, aproveitem para aprender um pouco mais sobre o mundo dos Moog!)

1. Bob Moog rodeado de synths...

2. Respectivamente os modulares: Moog IIIp e Moog System 55. Modelos mais sofisticados, complexos de se operar ( e mais caros). Normalmente usados em estúdios.

3. Minimoog. O mais vendido de todos, normalmente utilizado como solista e para efeitos. Era monofônico (somente tocava uma nota por vez, não permitindo acordes). É considerado um clássico, existe uma nova versão do Minimoog, denominada Minimoog Blue Wheels.

4. Moog Taurus. Sintetizador que foi desenvolvido para ser tocado com os pés. Criado para ser usado como contrabaixo.

5. Moog Vocoder (voice encoder/decoder). Ligado a um microfone permitia vocalizações, produzindo vozes do tipo: robôs, metálicas, monstruosas, patéticas, corais, etc.
Wendy Carlos utilizou no seu álbum "A Laranja Mecânica" (Clockwork Orange), sendo muito criticada pelo fato de imitar a voz humana. Contribuiu com Robert Moog no aperfeiçoamento deste instrumento.

6. Polymoog. Sintetizador polifônico (permitia a execução de várias notas simultaneamente, acordes). O instrumento já vinha com poucos sons, programados pela fábrica. Sintetizador que ainda não permitia a memorização de sons, por parte do usuário.

7. Moog Liberation. Proporcionava ao tecladista liberdade de movimento pois era usado, preso ao corpo do músico, como se fosse uma guitarra. Daí vem o nome "Libertation".

8. Memorymoog. Polifônico, como o nome já diz, possuía bancos de memória permitindo que se salvassem os sons programados. Seu desenho foi propositalmente inspirado no Minimoog.

9. Software emulador do Modular, muito adorado pelos produtores de hoje pois a sua performance e excepcional e permite trabalhar mais facilmente com os parametros.

Existem mais que agora não vou estar a referir, já ficam aqui bastantes, assim de repente lembro-me bem do Voyager e do Polymoog...


(p.s. pesquisa feita na internet em diversos sites por mim, e informações extras acrescentadas por mim.)


Peace!
Synth 4 ever!

Thursday, September 23, 2004


Gabriel e dois produtores responsaveis pelo seu quinto disco... Posted by Hello

The Producer @ Keil Do Amaral (parte III)

Foi um concertão, ninguém arredava pé, mesmo já passado o encore, eu olhava para tras, a multidão nem sequer se mexia, parados, a gritar, a gesticular todos queriam mais, infelizmente todas as coisas boas acabam... mas esta ainda durou quaase duas horas, vinda do Brasil, onde construiu uma ponte gigante de musica, improviso, acordes de amor passando pelo Porto e por Almada e trazendo consigo uma sonoridade carinhosa, agressiva, sedutora, sonhadora... enfim Gabriel O Pensador...

O concerto começou mais ou menos á hora prevista, com a banda a arrancar logo as pessoas da frente do chão, pois alguns que ainda não viram Gabriel ao vivo, devem estar espantados pela expressão banda: um baixista, um guitarrista, baterista, mais um rapper/percursionista, rapper, segunda voz feminina, e um magnifico DJ. Um pouco como os portugueses do hip-hop os Da Weasel, talvez por isso apareceram também Pac e Virgul. Foi muito bom, um verdadeiro momento de festa e hip-hop.
Mas ouve tempo para amor, para as memórias e para recordar, ouve tempo para Sergio, esse mesmo, Godinho. Apareceu para duetos como "Tás A Ver?", e culminou com uma música sua...

O dj do grupo é muito bom ouve tempo para muitos solos e scratches, ouve solos de baixo, bateria, djing, improviso dos MCs, guitarra, bem... tudo um pouco.

"se liga ai": foi uma grande "festa da música do piniquim" onde não faltou "porrada", onde se sonhava como um "astronauta" e havia tanta gente que muitos perguntavam "tas a ver?", ouve tempo para criticar a "loira burra" e o "playboy" entre muitas outras coisas, foi mesmo bom para "toda a gente".



peace!
Obrigado Gabriel, Pac, Virgul, e Sergio

Monday, September 20, 2004


Toranja.... álbum: Esquissos. Posted by Hello

The Producer @ Keil Do Amaral (parte II)

Toranja

Bem.. continuando agora desta feita com os Toranja. Os Toranja saltaram um pouco de repente para o panorama nacional graças ao tema "Carta" que é decorado por todas as rapariguinhas de trás para a frente pois está na moda, não agora a sério, é um tema interessante (lembra-me um autor português qualquer......hehe) mas com um toque próprio dos Toranja.
mas Toranja não se limita a essa música e se isso fosse assim nem um post mereceriam, falo deles porque mostraram em concerto que o seu som é muito mais roqueiro e interessante que um tema abstracto/sentimantal inspirado num estilo já usado (sem dizer qe o tema não tem qualidade ou que não presta, até é interessante..)
O estilo roqueiro de esquissos, ao vivo, é bem bonito, ouve ligação com o público, apresentaram-se os três singles, ouve tempo para histórias no formato musical, tentou-se mostrar algo de novo a uma geração masi nova... e não se sairam nada mal. Gostei do tema finalizador pelo seu feeling divertido e espontaneo, para quem apreciou experimentem o disco (que tá em sétimo nos tops, ver se até sob mais uns lugares e tira outros autores que nada ali estão a fazer... tudo devido a estranheza da cultura musical do povo de Portugal).

Peace!


(p.s.: Amnha o melhor de todos os tres concertos da ultima semana em Monsanto: Gabriel o Pensador e as suas supresas!)

Saturday, September 18, 2004


Da Weasel: Pac Man, Virgul, Jay, Quaresma, Dj Glue e Guilaz. Posted by Hello

The Producer @ Keil do Amaral (parte I de III)

Da weasel (Anfiteatro Keil Do Amaral)


O Concerto:

A doninha entra em palco depois dos recém adorados em solo tuga:”Toranja”, fazem-se ouvir os primeiros acordes de um concerto que promete... as preimeiras palavras, os incentivos, as promessas de algo inesquecivel, os primeiros aplausos, o bom humor, a boa música tudo se cruza e mistura num pote de cultura, lirica, musicalidade- isto é Da Weasel.
Os temas mais conhecidos da banda a sairem fluídos entre muitos scratchs atrevidosdo novito DJ Glue, “Tás na Boa” e “New Selecta” ocuparam-se dos registos nu-metal do ex-albúm da doninha. Ainda se fez ouvir um registo menos tradicional da banda em concerto – Regga. Virgula dispendeu o seu talento vocal em varios accapellas com o publico de refrões raggas/reggae (tempo para imitar Bob Marley e tudo...) ouvir muitas outras exclentes músicas da extensa carreira dos Da Weasel mas o destaque vai para aimportância dada ao novo albúm.
Acabado de sair, os Da Weasel não tiveram medo de mostrar o seu novo registo: “Carrosel” faz nos viajar a noites bem passadas e ambientos chill out.“Re-Tratamento”, e “Loja / canção do carocho)” – uma música pesada e agressiva mas muito bem conseguida. Ainda ouve tempo para hardcore metal (!!!) com o interlúdio “Bomboca(morde a bala)”
Ouve tempo para brincadeiras, picanços, e solos, destaca-se o magnifico solo de Dj Glue a manipular dois Singles dos Bestie Boys em Ch-Ch-Check It Out! Num frenesim de flares, chirps e outros sctacths geniais.
Um concerto de quase duas horas com o público a participar bastante e curtir o feeling único desta banda única que proporcionou mais um momento único. Obrigado.


P.s: Ainda falta falar de Toranja, e de Gabriel o Pensador ( hoje as 22:00h Monsanto, Anfiteatro Keil do Amaral)



Já que se fala de Da Weasel fica aqui a critica ao ultimo album ( que já foi escrita a muito tempo mas ssó agora é que fiz o post...)

RE-DEFINIÇÕES

Acabadinho de chegar as lojas, o novo albúm de originais dos Da Weasel já comçou a dar que falar. Fala-se dum regresso às origens, do esquecimento do nu-metal do disco anterior e de temas mais maduros. A escolha do primeiro single a ser retirado do albúm já foi feita e já se encontra a rodar nos locais do costume, no entanto, este single de nome Re-Tratamento fica um pouco longe da qualidade dos restantes temas do albúm. È na verdade o único tema deste género no disco, mais ly-back e relaxado, com um flow brincalhão de Pacman e um refrão fluído de Vírgul. O albúm é uma caixinha de surpresas, principalmente das agradaveís, como por exemplo Manuel Cruz (ex-Ornatos Violeta agora nos Pluto) e Anabela Mota Ribeiro no tema final. Os temsa dividem-se entre hip-hop puro e duro, bastante old-skool e temas mais melódicos e sentidos como o caso de: “A Casa”, com Manel Cruz e “Joaninha” ( na minha opinião o mais belo tema do albúm). Penso que os Da Weasel não desapontaram em nada os seus fãs com este novo trabalho, por outro lado mostraram uma faceta mais musical, com um disco muito elaborado e sentido. Temas como “Baile”( um exclente tema que demontra os skills do seu novo membro DJ Glue) ou “GTA” deixam transparecer aquela música que só a donunha sabe fazer. Ainda no albúm editado e distrinuido pela EMI, encontra-se um CD Bónus com uma faixa extra: “A morte Do Artista (Em três actos)” e um excelente documentário/making of do disco. A não deixar escapar....

Peace!

Wednesday, September 15, 2004


MCA, AD Rock e Mike D. Posted by Hello


SHAZAM! Posted by Hello


Mike D hit the masterplan... Posted by Hello


Beastie Boys! Posted by Hello

Beastie Boys - O Mais Recente Album

Guess who’s back!?Back again? .... não… não é o novo disco de Marshall Matters é o novo registo dos únicos Beastie Boys, passados largos anos desde o último disco, o trio de rappers veio nos chatear de novo! Ainda bem!

De nome “To The 5 Boroughs”, significado atribuido aos principais bairros de Nova Iorque. Um cd fresquinho mas curtinho, totalmente produzido pelos três.

O convidado é o do costume, o genial, MixMasterMike (MMM – do antigo colectivo de Djs ScratchPiklz).





Os temas estão mais crescidos e maduros, com uma mensagem, que ultrapassa a anterior vontade de gritar PAHHHTTYY! Durante o disco todo....

Agora retrata-se o Nine Eleven (11 de Setembro – Atentado ao WTC) através de instrumentais psicadélicos e cuidados, e rimas fluídas bem ao estilo dos BB.


O disco começa em grande rotação com o single, “Ch-Check it out!”, está a ter uma boa responda do público, o que os levou a actuar à pouco tempo num evento MTV Awards, com esse mesmo tema.
Depois arranca:“Rigth Rigth Now Now”, um instrumental genial, e umas dicas á la Bestie Boys geniais, seguem-se varios temas interessantes: “ Time to Build”; “ TripleTrouble”; “Hey Fuck You”, e salienta-se aqui “Shazam”, o tema de maior influência de MMM, com uns cortes fantásticos no meio do tema.
Segue-se a genial, cuidada, triste, carta a cidade de Nova Iorque, uma mensagem de força depois dos atentados no WTC, de nome:”Open Letter to NYC”, acabando o disco comuma mensagem pura de mudança, com:”We got the”power to make a diference...

Em suma, um disco para o momento, cuidado, e com uma mesagem diferente do costume, mais preocupação política com o panorama nacional (EUA) e mundial.

Um excelnte album a marcar uns BB mais maduros....

P.S.: É desalientar o excelente trabalho da capa, a melhor que vejo desde á muito tempo...

Saturday, September 11, 2004


Uma versão tuning gráfico directamente do Photo Editor! Posted by Hello


Uma Mv 8000 do benfica! Posted by Hello


MPC versão Kanye West, acho que não me impostava de ter esta.... Posted by Hello


O meu sonho em versão metalizada.... Posted by Hello